O tabagismo é reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como a principal causa isolada de morte evitável no mundo, configurando-se como uma doença crônica e epidêmica decorrente da dependência química da nicotina. Classificado na Classificação Internacional de Doenças (CID-11) no grupo de transtornos mentais e de comportamento devidos ao uso de substâncias psicoativas, o hábito de fumar transcende a esfera da escolha individual, consolidando-se como um grave problema de saúde pública que onera os sistemas de saúde e reduz drasticamente a expectativa de vida da população. Celebrado em 31 de maio, o Dia Mundial Sem Tabaco convoca a comunidade acadêmica de enfermagem a debater os mecanismos fisiopatológicos da exposição ao fumo.
