No cenário das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT), poucas patologias impõem um desafio sanitário tão vasto e complexo quanto as disfunções cardiovasculares. Celebrado em 17 de maio, o Dia Mundial da Hipertensão convoca a comunidade acadêmica e assistencial de enfermagem a debater a Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) para além do manejo protocolar. Reconhecida globalmente como um “perigo silencioso”, esta síndrome multifatorial evolui de forma assintomática por décadas, danificando a integridade vascular e consolidando-se como o principal fator de risco modificável para o desenvolvimento de eventos cardiovasculares maiores.
